Vitória entra em modo “hospital de guerra”: DM lotado e torcida já pergunta… quem vai sobrar pra jogar?
- 10 de abr.
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Isso aí não é departamento médico.É uma sala de espera de aeroporto em dia de voo atrasado.
O Vitória virou aquele tipo de situação em que você chega no jogo e antes de olhar a escalação já pergunta: “tem alguém disponível hoje ou vai ter que chamar o pessoal do rachão de domingo?”

O clube vive uma sequência pesada de lesões em 2026. Já são perto de 20 problemas físicos no ano, um número que coloca o DM rubro-negro no modo superlotado, quase impossível de organizar fila sem confusão.
E não é só quantidade. É variedade. Tem lesão muscular, trauma, cirurgia, transição, tratamento… é um catálogo completo de “jeitos de ficar fora do jogo”.
Na prática, o treinador olha pro banco e sente aquela mesma sensação de quem abre a geladeira achando que tem jantar pronto… e só encontra metade de um refrigerante sem gás.
A última atualização mostra jogadores importantes ainda fora, entre tratamento e transição, mantendo o elenco sempre no limite.
E o mais curioso é o efeito dominó.Sai um, entra outro no DM. Quando um volta, dois já estão sentando na cadeira do fisioterapeuta perguntando se demora muito.
O torcedor, coitado, já virou especialista em leitura de boletim médico. Já sabe diferenciar “em transição” de “em tratamento” como quem entende de fase da lua.
E isso muda tudo dentro de campo.
Porque futebol não é só esquema tático.É continuidade. É repetição. É time que cria casca.
Mas como criar casca se todo jogo parece um elenco diferente?
O Vitória hoje joga contra o adversário e contra o próprio corpo. E esse segundo jogo, ninguém marca no cartaz da rodada.
No fim, fica aquela sensação conhecida do torcedor baiano: esperança renovada… mas com o coração já usando joelheira preventiva.
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