Vitória atropela o São Paulo e domina a rodada… mas o recado é outro: dá pra sonhar mais alto?
- 13 de abr.
- 2 min de leitura

Sabe quando você joga bola no baba e, no final, todo mundo fala “oxe, esse time aí tava apelão”?
Pois é. O Vitória virou esse time da rodada.
Depois de ganhar do São Paulo por 2 a 0, no Barradão, o rubro-negro não só levou os três pontos. Levou também a maior parte dos holofotes. Dominou a seleção da rodada como quem chega cedo no churrasco e já pega as melhores carnes sem fazer alarde.
E não foi por acaso.
O jogo começou daquele jeito clássico. O São Paulo com mais posse, tentando controlar tudo, como aquele amigo que organiza o rolê inteiro. Mas quem decidiu foi o Vitória. Cirúrgico. Abriu o placar e depois aproveitou a expulsão pra controlar o jogo com autoridade.
Gol de Cacá. Gol de Ramon. Vitória construída com cara de time que sabe exatamente o que fazer dentro de casa.
E aí vem o detalhe que muda a conversa.
Quando vários jogadores aparecem na seleção da rodada, não é só desempenho individual. É coletivo funcionando. É time encaixado. É aquele momento raro em que tudo dá certo ao mesmo tempo.
O Barradão, inclusive, virou aquele lugar onde visitante chega já olhando o relógio pra ver que horas pode ir embora. O Vitória conquistou a maioria dos seus pontos em casa e começa a criar uma identidade forte ali.
E o torcedor sente isso.
Porque quando o time começa a aparecer mais fora de campo também, em seleção da rodada, destaque nacional… não é só vitória. É validação.
É como quando seu time do baba começa a ganhar sequência. No começo é surpresa. Depois vira respeito. E daqui a pouco… vira medo nos outros.
O Vitória hoje está nessa fase.
Ainda não é candidato declarado.Mas também já não é mais surpresa.
E no futebol, esse meio do caminho costuma ser perigoso.
Porque é exatamente aí… que começa o sonho.
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